Eu me perguntaria:
"Mas em que mundo estamos?"
Onde tudo se contesta,
Até aqueles "ideais" que amamos
E isso é o que nos resta
Aquela velha correria
De viver cada dia
Sem ter noção do que criamos
Olhamos para trás,
Vemos o que semeamos
E Agora o que fazemos?
Colhemos dos frutos que plantamos.
E se questionam tanto
Porque este mundo não presta
E apenas limitam-se a dizer
Que a vida não é muito honesta.
Andressa Liz
terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Música da Semana - Grey
Bom, esta é a música da semana, realmente não preciso explicar porque a letra diz tudo por si só, traduzirei aqui uns trechos da música que me chamaram muita atenção.
Lamentavelmente,
Eu acho que eu só tenho três coisas simples de dizer: por que eu? Por que isto agora? O porquê desta forma?
Com pedras fazendo barulho e cidades me levando para longe que está sob um céu cinzento sobre a areia que está cinzento, por um oceano que está cinzento.
Que espécie de paraíso estou procurando?
Eu tenho tudo o que quero e ainda quero mais talvez alguns pequenos brilhantes chave vão lavar na costa.
Música: Grey
Artista: Ani DiFranco
Grey the sky is grey the sand is grey and the ocean is grey
And i feel right at home
In this stunning monochrome
Alone in my way
I smoke and i drink and every time
I blink i have a tiny dream
But as bad as i am i'm proud of the fact that i'm worse than i seem
What kind of paradise am i looking for?
I've got everything i want
And still i want more
Maybe some tiny shiny key will wash up on the shore
You walk through my walls like a ghost on tv you penetrate me
And my little pink heart is on its little brown raft floating out to sea
And what can i say but i'm wired this way and you're wired to me
And what can i do but wallow in you unintentionally what kind
Of paradise am i looking for? i've got everything i want and still i want more maybe some tiny shiny key will wash up on the shore
Regretfully i guess i've only got three simple things to say: why me?
Why this now?
Why this way?
With overtones ringing and undertows pulling away under a sky that is grey
On sand that is grey by an ocean that's grey
What kind of paradise am i looking for?
I've got everything i want
And still i want more
Maybe some tiny shiny key will wash up on the shore.
Borboleta
Embora a vida seja uma metamorfose para atingir a desejada liberdade, deve se abster dela durante os períodos de casulo, deve-se alimentar as esperanças da lagarta de um dia poder criar asas e voar para longe.
Engraçado como nos privamos daquilo que mais queremos para podermos possuir depois, sabendo que uma hora ou outra isso nos destruirá, somos belos enquanto somos, arriscamos quando nos permitimos, e finalmente nos tornamos livres, para encontrar as flores pelo caminho, ser quem realmente somos para então, finalmente, deixar de ser.
Então, bela borboleta, voe enquanto pode, viva enquanto está liberta, pois a liberdade não custa barato e o pagamento nos tira tudo.
Andressa Liz
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Fogo
estarei aqui ao amanhecer,
não sou sua e nem de ninguém
Mas hei de um dia ser.
Serei sempre desgarrada sem algum corpo que me prenda?
Ou um coração que me liberte
Além de um fite ou flerte
Ou algo que me surpreenda.
Não me culpe pela liberdade, não sou como pássaros em gaiolas
Não entendo nem o que sou
Não sobrevivo de esmolas
Nem sei bem para onde vou, mas são muitas as histórias.
Vivo intensamente em cada sonho aparente
Misturo desejos em minha mente e ainda consigo sorrir
Mesmo descontente.
Posso ser rima ou afeto,
Na sutileza de um riso, meio que discreto.
Não tenho conserto para o que sou
Sou metades, sou ardor,
como arde o fogo inquieto
Não fique bravo meu querido,
Ainda me recupero de um coração ferido
Sou intensa enquanto sou
Mas hoje o tempo já levou
E já paguei o pior castigo.
Andressa Liz
quarta-feira, 20 de março de 2013
Música da Semana - Love Lust
Hoje fiz a seleção de um folk da banda King Charles, que eu conheci a pouco tempo e já achei fantástica. A musicalidade e harmonia de tudo na música a torna uma ótima opção para relaxar e traz uma sensação de paz, apesar da letra um tanto dramática e romântica.
Love Lust - King Charles
Never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge.
Beauty comes and goes but love stays until the end.
Oh, never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge.
Beauty comes and goes but love stays until the end.
I wrote you a song Mississippi Isabel
I even sent you flowers when you felt ill
You’ve the strength of the Greeks
You are God’s masterpiece
You’re every triumph, every victory
I believe in every breath you breathe.
And I always imagined you’d be by my side
Whether I’m hiding in the city or tearing through the wild
You’re only a yoke, a noose on my throat
If your beauty is a fortress then my love will be the moat.
Oh, fall in love with you, fall in love with you, I must.
I’ll consume every part of you to indulge my love lust.
Never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge,
Oh beauty comes and goes but love stays until the end.
With a guitar in my hand or a gun in my hand
I’d give it all up for your hand in my hand.
For the sun on my skin as the morning begins
I’d die in the darkness to feel your skin on my skin.
Young soul
Young love
Young blood
Treasure every beating heart that sets your soul on fire.
Love will set your soul on fire.
Love will set your soul on fire.
Love Lust - King Charles
Never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge.
Beauty comes and goes but love stays until the end.
Oh, never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge.
Beauty comes and goes but love stays until the end.
I wrote you a song Mississippi Isabel
I even sent you flowers when you felt ill
You’ve the strength of the Greeks
You are God’s masterpiece
You’re every triumph, every victory
I believe in every breath you breathe.
And I always imagined you’d be by my side
Whether I’m hiding in the city or tearing through the wild
You’re only a yoke, a noose on my throat
If your beauty is a fortress then my love will be the moat.
Oh, fall in love with you, fall in love with you, I must.
I’ll consume every part of you to indulge my love lust.
Never let a woman go even when you know she can always be replaced.
She can always be replaced.
Lust only grows like anger and revenge,
Oh beauty comes and goes but love stays until the end.
With a guitar in my hand or a gun in my hand
I’d give it all up for your hand in my hand.
For the sun on my skin as the morning begins
I’d die in the darkness to feel your skin on my skin.
Young soul
Young love
Young blood
Treasure every beating heart that sets your soul on fire.
Love will set your soul on fire.
Love will set your soul on fire.
terça-feira, 12 de março de 2013
Música da Semana - O Silêncio das Estrelas
Criei esse tópico com o objetivo de divulgar músicas que eu particularmente gosto muito e admiro de alguma forma, um espaço para dedicar à arte da música que fala tudo que se tem pra falar em forma de pura poesia, não há nada tão lindo quanto isso. Uma seleção de músicas que acho que todos deveriam escutar.
Para começar escolhi uma nacional, "O Silêncio das Estrelas" de Lenine.
uma boa reflexão sobre a destruição da natureza feita pelo próprio Homem.
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais...
Para começar escolhi uma nacional, "O Silêncio das Estrelas" de Lenine.
uma boa reflexão sobre a destruição da natureza feita pelo próprio Homem.
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais...
domingo, 10 de março de 2013
Até quando
Em que ou em quem podemos confiar? Nos nossos sonhos, nos nossos amigos? Vivemos sem viver e sonhamos em ter o que não queremos realmente ter. Futilidades nas palavras, críticas na ponta da língua ao mesmo tempo que mantemos nossos olhares cegos ou sem foco. Olhar em volta por que motivo? Ver o mundo arder em chamas até esperar o fogo dissipar? Por quanto tempo?
Nossos sonhos são roubados, nossas ideias mentalizadas repentinamente destruídas. Olhamos em volta e o que vemos? Corpos vazios impregnados do veneno dos desejos cobiçados e roubados. E desde quando? Desde que nos damos por gente ou pelo menos achamos que nos damos. Até quando? Até pararmos de insistir sempre nos mesmos erros, até diminuir a ociosidade ao ampliar a vontade própria e aprendermos aplicar a disciplina dita como ensinada. Do contrário que continuemos traçando rotas sem chegar a lugar nenhum, idealizando sonhos sem objetivo algum.
Andressa Liz
Nossos sonhos são roubados, nossas ideias mentalizadas repentinamente destruídas. Olhamos em volta e o que vemos? Corpos vazios impregnados do veneno dos desejos cobiçados e roubados. E desde quando? Desde que nos damos por gente ou pelo menos achamos que nos damos. Até quando? Até pararmos de insistir sempre nos mesmos erros, até diminuir a ociosidade ao ampliar a vontade própria e aprendermos aplicar a disciplina dita como ensinada. Do contrário que continuemos traçando rotas sem chegar a lugar nenhum, idealizando sonhos sem objetivo algum.
Andressa Liz
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